Os brasileiros são tão apaixonados por café que esta bebida tem, desde 2005, uma data exclusiva para ser comemorada: 24 de Maio – Dia Nacional do Café.

Incorporada ao Calendário Brasileiro de Eventos por sugestão da ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café, a data simboliza o início da colheita em grande parte das regiões cafeeiras e é celebrada por produtores, cooperativas, exportadores, cafeterias e pelas indústrias.

Bebida milenar, o café tem como grande diferencial a capacidade de estar sempre atual e moderno.

As indústrias, não só torrefadoras, mas também empresas fabricantes de produtos afins têm investido continuamente em inovação, e hoje são tantas as variedades e marcas de café, máquinas e acessórios à disposição que é possível ter uma pequena cafeteria em casa.

Essa é uma das razões das pessoas estarem consumindo mais xícaras de café por dia e diversificando as formas de preparo, adicionando ao café filtrado consumido nos lares, também os cafés expressos, cappuccinos e outras combinações com leite.

Outra razão é a melhoria da qualidade do café que vem sendo ofertado aos consumidores.

 

24 de Maio – Dia Nacional do Café

 

 

24 de Maio - Dia Nacional do Café

 

Consumo interno de café mantém crescimento em 2017

 

O consumo de café no Brasil mostrou um significativo acréscimo em 2017.

Da estabilidade ocorrida após 2012, o consumo registrou um crescimento de 3,6% em relação a 2016, completando 21,99 milhões de sacas.

As certificações do Selo de Pureza e do Programa de Qualidade do Café  PQC, tem agregado valor as marcas e ampliado o seu consumo em relação as demais.

O consumo per capita também aumentou , passando a 5,1 kg/habitante.ano de café torrado e moído (6,4 kg de café verde em grão), o equivalente a 83 litros/habitante.ano.

O café parece ter atravessado os piores momentos da crise brasileira, sem ser impactado por ela quanto ao consumo.

De fato, assim como ocorreu na crise mundial de 2008, o consumo de café não foi reduzido.

Ao contrário, nos dois períodos o consumo aumentou, confirmando, mais uma vez, que o Café é uma bebida de elevado consumo e gosto popular em todo o território nacional.

Os cafés de alta qualidade que também apresentaram bom desempenho, mesmo com valor agregado mais elevado, indicam que estes cafés podem ser descritos como um “luxo acessível”, e conquistam cada vez mais consumidores.

 

O Brasil é o maior exportador de café do mundo!

 

 

Pintura: Café (1934-1935) de Cândido Portinari

Pintura: Café (1934-1935) de Cândido Portinari

 

O café durante muito tempo foi o principal produto agrícola do Brasil. Ainda hoje é um produto bastante representativo na produção agrícola.

O café é de origem Africana e foi trazido para o Brasil pelo Sargento-mor Francisco de Melo Palheta no início do século XVIII.

Rapidamente o café espalhou-se pelas terras do Paraná, Minas gerais, Goiás e Rio de Janeiro.

Mas foi nas terras férteis de São Paulo (conhecido como ‘terra roxa’) que o café mostrou todo o seu potencial econômico. Já em meados do século XIX, o estado estava entre os primeiros produtores do país.

Os “Barões do café”, donos das grandes fazendas de café, além de deterem poderes econômicos, ocupavam cargos importantes na política brasileira.

Os produtores se uniram e revitalizaram a bebida. O que antes não tinha muita opção, hoje conta com muitas variedades como: forte, suave, orgânico, torrado, moído, solúvel e etc.

Além disto, surgiu uma quantidade enorme de cafeterias, revitalizando o hábito de tomar um cafezinho!

 

 

As expectativas do setor industrial para o ano de 2018

 

 

O consumidor brasileiro não reduziu o consumo de café no ano 2017, mesmo diante da crise.

O crescimento de 3,6% é o dobro do crescimento médio mundial e significa que a indústria consumiu mais 771.800 .sacas do que em 2016.

A maturidade do mercado brasileiro fez surgirem novas alternativas de negócios, novos canais de distribuição, novas categorias em crescimento acelerado.

Os consumidores tornaram-se mais conhecedores dos tipos e qualidades do café; mais exigentes e mostraram disposição para pagar mais pelos produtos de sua preferência desde que com qualidade e garantia de segurança alimentar.

Assim, o Brasil parece estar vivenciando a 3ª Onda do café, com expansão do consumo de cafés preparados de formas distintas, com a abertura de casas de café, valorização dos produtos e novos players / protagonistas na cadeia de distribuição, como os clubes de assinatura, edições especiais limitadas, e expansão do consumo  fora do lar.

 

 

Fonte: ABIC

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