Outubro Rosa – café e câncer de mama, novidades científicas.

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo.

O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades.

Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro.

Posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

A primeira iniciativa vista no Brasil em relação ao Outubro Rosa, foi a iluminação em rosa do monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista (mais conhecido como o Obelisco do Ibirapuera), situado em São Paulo-SP.

No dia 02 de outubro de 2002 quando foi comemorado os 70 Anos do Encerramento da Revolução, o monumento ficou iluminado de rosa “num período efêmero” como relembra o secretário da Sociedade Veteranos de 32 – MMDC, o Coronel PM (reformado) Mário Fonseca Ventura.

Essa iniciativa foi de um grupo de mulheres simpatizantes com a causa do câncer de mama, que com o apoio de uma conceituada empresa européia de cosméticos iluminaram de rosa o Obelisco do Ibirapuera em alusão ao Outubro Rosa.

 

Café e câncer de mama, novidades científicas.

 

Café e câncer de mama, novidades científicas

 

Segundo o site Saúde Abril, o café, há algum tempo, é alvo de experimentos em laboratório e análises populacionais.

Já está comprovado que ele possui substâncias, caso da cafeína, que evitam danos às células, processo que culmina, entre outras doenças, no câncer.

Em um estudo assinado pelo governo americano, englobando dados de mais de 400 mil pessoas, seu consumo foi associado a uma menor mortalidade por todas as causas.

Só havia uma exceção: o câncer. Não é que o café piorava as coisas, mas começaram a pingar trabalhos focados na relação entre a ingestão da bebida e a incidência de tumores específicos.

Segundo essas evidências, pessoas que tomam café enfrentam menos câncer de mama, próstata, intestino, etc..

 

– Café e o cancêr de Mama

 

A evidência – O Estudo Europeu de Investigação Prospectiva em Câncer e Nutrição (Epic Study) analisou durante mais de uma década 335 060 mulheres de dez países.

O estudo identificou que, entre aquelas que bebiam café com regularidade, a incidência de câncer de mama foi significativamente menor.

O benefício, porém, foi observado apenas em casos da doença após a menopausa.

A conclusão – O levantamento só mostrou vantagem no cafezinho autêntico – o descafeinado não mudou a situação, nem pra pior nem pra melhor.

O achado dos cientistas europeus corrobora constatações feitas em laboratório sobre a cafeína e outros ingredientes da bebida.

“Esses fitoquímicos têm a capacidade de suprimir o processo de iniciação e progressão de diversos tipos de tumor”, conta a nutricionista Thainá Malhão, do Instituto Nacional de Câncer, o Inca.

 

Estudos científicos sobre o café e o cancêr de mama.

 

Nem todos os estudos estão de acordo

 

Segundo a publicação da Breast Cancer Researc, as mulheres que bebem bastante café têm possibilidades menores de desenvolver o chamado câncer de mama com receptores de estrogênios negativos.

Por este estudo, feito por analistas do Instituto Karolinska de Estocolmo, as mulheres que tomam muito café têm possibilidades menores de desenvolver o câncer do que aquelas que bebem pouco.

Os investigadores analisaram os casos de seis mil mulheres que entraram na menopausa.

Assim, entre as que bebiam cinco xícaras ou mais de café ao dia o risco de desenvolver o câncer de mama se reduzia em 57% comparado com as que tomavam menos de uma xícara cheia.

Outros estudos sugeriram que o café reduz o risco de outros cânceres, incluído o de próstata e o de fígado.

Os pesquisadores do Instituto acreditam que o café pode ter compostos que afetam diferentes tipos de câncer de mama.

Para a diretora de política da organização Breakthrough Breast Cancer, Caitlin Palframan, o interessante é que esta investigação sugere que o café pode reduzir o risco de câncer de mama (de estrogênios) negativo.

“Mas nem todos os estudos estão de acordo sobre os efeitos de consumir café e, portanto, não encorajaríamos as mulheres a aumentar o consumo de café para protegê-las do câncer de mama”, disse.

“O que sabemos é que as mulheres podem reduzir as possibilidades de desenvolver câncer de mama se mantêm bom peso, reduzem o consumo de álcool e fazem atividade física regularmente”, acrescentou Palframan.

Fonte site Vila Mulher UOL.

 

Aceita uma xícara?

 

Os tipos de preparo podem influir nas propriedades:

Coado – É a versão mais consumida no Brasil. Ainda bem. Quando se usa o filtro, a gente impede que compostos potencialmente ruins caiam na bebida. Só não vá ferver o pó junto com a água.

Expresso – Já popular por aqui, é mais forte que o tipo coado. Desse modo, resquícios dos grãos conseguem acessar mais o que vai pra xícara. Por essas e outras, dois copinhos por dia estariam de bom tamanho.

Italiano – É feito com aquela cafeteira pequena sobre o fogão. Nesse caso, substratos do grão torrado também chegam mais aos goles. Depois que a bebida fica pronta, evite deixar um tempo extra no fogo.

 

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Outubro Rosa e o consumo de café

 

 

 

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