História da xícara no Brasil e no mundo – origem, indústria e modelos. Uma chávena (português europeu) ou xícara (português brasileiro) é um recipiente ou utensílio doméstico, usado para bebidas quentes ou frias.

 

 

História da xícara no Brasil e no mundo 

 

 

História da xícara no Brasil e no mundo

 

O termo xícara, usado no Brasil na atualidade, caiu em desuso em Portugal, surgindo apenas na literatura e em romances do século XIX.

Não é, pois, um brasileirismo, mas um arcaísmo em Portugal e palavra usada comumente no Brasil.

“Chávena” é oriundo do termo malaio chãvan, através do termo chinês chã-kvãn. “Xícara” origina-se do termo nauátle xicalli, através do castelhano.

Uma chávena ou xícara é um pequeno recipiente em forma de taça com uma pega ou alça que a permite sustentar com o polegar e um ou dois dedos.

Geralmente, são feitas de cerâmica, porcelana principalmente, mas também se podem encontrar chávenas de vidro.

Destina-se a servir bebidas como chá, café, leite, chocolate, entre outras, sendo que existem formatos e medidas apropriadas para cada tipo de bebida.

Por exemplo, as chávenas de café são menores que as de chá. No entanto, não existe nenhum padrão estabelecido para essas medidas ou formatos.

Tal não impede, contudo, que se utilizem também as chávenas como medidas para ingredientes em receitas culinárias.

 

 

Os vários tipos de xícaras

 

 

  • Café – Menor em capacidade do que a do chá, com tamanho suficiente para acondicionar um “gole” de café, ou a quantidade suficiente para ser degustada sem queimar a boca.
  • Chá – Maior do que a do café em média 200 ml, serve para ser servida em mesas acompanhadas normalmente de torradas a estilo americano, com um acompanhamento, frio por exemplo ou britânico a torrada em si e o chá preto inglês.
  • Chocolate – Apesar de similar ao do chá em volume é maior e o diâmetro é levemente maior.
  • Eventos especiais, como o festival do chá no Japão, não possuem abas ou asas e são circulares, devem ser pegadas com dois dedos no máximo de cada mão e levado suavemente à boca, após um ritual.

 

 

A primeira indústria  de xícaras

 

 

Segundo a pesquisadora Carolina Gasparini, o chá, que tem origem oriental, era inicialmente servido em potes redondos, sem alças.

Segundo a tradição, isso era até mesmo um alerta para quem conduzia a cerimônia da bebida: caso o recipiente queimasse as pontas dos dedos, estava quente demais para ser ingerido.

Na temperatura ideal, ela não incomodava, mesmo com o contato direto com a porcelana.

Ao chegar à Europa, o chá fez grande sucesso e era um produto caro, de consumo exclusivo de nobres que também importavam a louça da China.

Ao se popularizar entre os mais abastados, passou a ser servido em copos de prata, o que logo se tornou um problema: o metal transmitia calor muito rápido, e acabava por queimar os dedos.

Para resolver a questão, o arquiteto inglês Robert Adam sugeriu ao amigo ceramista Josiah Wedgwood colocar alças nas tigelas e copos. Foi então criada a primeira xícara, em 1750.

Wedgwood criou uma fábrica em 1759 e até hoje a marca é referência na fabricação de peças de porcelana.

Apesar de a invenção ser creditada aos ingleses, estudos e análises indicam que os gregos já possuíam um protótipo de xícara há dois mil anos.

Entre os povos pré-colombianos da América, também existiram registros de itens semelhantes a tigelas com alças.

 

 

Piadas com xícaras de café

 

 

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